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quinta-feira, 28 de abril de 2022

Soberania Palmeirense na Libertadores da América.

 




       Vamos falar aqui sobre uma vitória por 3 a 1 do Verdão sobre o Emelec, no Equador, mas eu deveria escrever sobre um quatro ou cinco a zero. E isso não aconteceu justamente por conta das chances desperdiçadas pela equipe.

   O Palmeiras continua sobrando na Libertadores e sendo muito melhor do que seus adversários. Há quem prefira falar em sorte no sorteio. Eu prefiro analisar como uma competência enorme de saber sufocar e dominar seu adversário, seja ele qual for.

O primeiro tempo deu essa impressão. Com muita velocidade nos lados do ataque, com Wesley e Gabriel Veron, e Gustavo Scarpa centralizado na armação, o Palmeiras cansou de criar chances – e desperdiçá-las. Com menos de 20 minutos, poderia estar vencendo tranquilamente por 3 a 0.

 

A intensidade e o dinamismo na etapa inicial foram excelentes. Scarpa fez muito bem o papel de armador, organizando o time, servindo os companheiros e até aparecendo para finalizar. Mostrou que é a melhor opção para substituir Raphael Veiga no setor (apesar de ser titular importante pela esquerda)

       Até os 15 minutos, o Palmeiras tinha o jogo totalmente controlado. Foi aí que aconteceu o fatídico lance de Rony, seguido de falha feia de Mayke na defesa na jogada seguinte e o gol do Emelec. A partir daí, a equipe da casa cresceu e passou a pressionar.

 Palmeiras recuou, se fechou e teve dificuldades com os equatorianos. Weverton fez pelo menos duas grandes defesas e salvou o time do empate.

 O jogo no Equador não poderia deixar uma lição mais clara: perder gols como aconteceu contra o Emelec pode custar pontos e vitórias muito importantes. Atual bicampeão, o Palmeiras obviamente sabe disso. Mas contra um time melhor tecnicamente, o resultado poderia ter sido outro.

 Há muitos pontos positivos na vitória por 3 a 1, principalmente o desempenho do setor ofensivo e a grande produção de chances. Mas elas só valem se forem transformadas em gol.

Por fim, é preciso exaltar Rony, apesar de tudo. Foi uma noite na qual ele perdeu dois gols quase inacreditáveis e um outro pior, sem explicação, principalmente pela decisão de cabecear uma bola rasteira.


Mas um jogador que faz 13 gols em 21 jogos na Libertadores e se torna o maior artilheiro da história do clube nessa competição merece ser reconhecido por isso, e também por sua importância nesse Palmeiras histórico.

Entre erros e acertos, o saldo do camisa 10 ainda é muito positivo. E os números e troféus nos últimos dois anos estão aí para provar essa tese.

fonte: ge

 Por Fabricio Crepaldi 

  

    


 


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